quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Vamos preservar o "Nosso" Meio Ambiente!


O Lixo 

Um dever básico do cidadão é não jogar lixo nas ruas. No entanto, pessoas de variadas classes sociais jogam lixo em qualquer lugar como : parques, praias, córregos, rios, lagos e outros locais públicos, afetando a qualidade da água e o meio ambiente.
Jogar lixo nas ruas pode entupir bueiros e causar enchentes. Demonstra falta de educação. Jogar lixo no chão é ruim para a imagem de qualquer pessoa. É uma vergonha. 
O acúmulo de lixo estimula a proliferação de baratas, de ratos e de doenças.
Cidadãos conscientes fazem a sua parte para que a cidade fique limpa e bonita.

Antigamente o lixo era composto principalmente por materiais orgânicos, como restos de alimentos, que são degradáveis pela ação da natureza. O lixo do homem moderno é composto por montanhas de embalagens e outros detritos.

Veja o tempo de decomposição dos materiais :

Material
Tempo de Degradação
Latas de Aço
10 anos
Alumínio
200 a 500 anos
Cerâmica
Indeterminado
Chicletes
5 anos
Cordas de nylon
30 anos
Embalagens Longa Vida
Até 100 anos (alumínio)
Embalagens PET
Mais de 100 anos
Esponjas
Indeterminado
Filtros de cigarros
5 anos
Isopor
Indeterminado
Louças
Indeterminado
Luvas de borracha
Indeterminado
Metais (componentes de equipamentos)
Cerca de 450 anos
Papel e papelão
Cerca de 6 meses
Plásticos (embalagens, equipamentos)
Até 450 anos
Pneus
Indeterminado
Sacos e sacolas plásticas
Mais de 100 anos
Vidros
indeterminado






















Turminha, esta matéria fala sobre os lixos encontrados no Oceano, foi publicada no Fantástico (25/07/2010)

Cerca de 70% do lixo dos oceanos é formado por plástico


Um barco feito de lixo partiu de São Francisco, nos Estados Unidos, no início do ano. E deve chegar nesta segunda-feira a Sydney, na Austrália. Nessa travessia, o veleiro Plastiki denuncia a catástrofe ambiental que está atingindo os mares do planeta.

É tanto lixo que até os bichos ficam confusos. Peixes engolem lixo como se fosse alimento. Cerca de 70% do lixo dos oceanos é formado por plástico. O lixo que desembarca no local sai dos continentes e é levado por albatrozes. 
O barco Plastiki foi feito com 12,5 mil garrafas de plástico. O veleiro navega sem motor e tudo nele funciona com energia solar ou do próprio vento. 
Ele foi criado e navegou durante quatro meses e meio para chamar a atenção do mundo para a poluição dos mares. O barco é feito de plástico, porque cerca de 70% do lixo dos oceanos é formado por plástico. 
A rota foi planejada para o barco passar pela maior concentração de lixo marinho do mundo, a gigantesca lata de lixo giratória localizada no norte do Oceano Pacífico, onde fica o Havaí. 
Uma praia concorre ao lamentável título de 'praia mais suja do mundo'. Nas várias ilhas que formam o arquipélago do Havaí, moram um milhão de pessoas. Outros sete milhões visitam suas praias maravilhosas todos os anos. Mas o lixo que desembarca no local não é produzido nas ilhas. Ele vem de longe, dos continentes: da América do Norte, da América do Sul, da Oceania, da Ásia. 
O lixo se concentra em parte do Pacífico, por causa das correntes marítimas. Fica ali dando voltas, numa espiral eterna. 

É tanto lixo que até os bichos ficam confusos. Os golfinhos acham que saco plástico é brinquedo. Peixes engolem lixo como se fosse alimento. Aves também. As ilhas do norte do Havaí são uma reserva ambiental protegidas por lei contra a destruição. 
"O problema é que não existe lei que proíba a água do mar de trazer lixo para cá", diz o capitão Charles Moore, que faz pesquisas na área. 
Todos os anos, a ilha é tomada por cerca de 1,5 milhão de albatrozes. Durante sete meses, os filhotes ficam totalmente dependentes do que os pais trazem do mar para alimentá-los. Ficam no local até poderem viver por conta própria. Mas cada vez mais diminui o número de filhotes que saem de lá voando. 
A mergulhadora Morgan Hoesterey conta que a primeira vez que pisou na ilha de Midway ficou horrorizada. "Tem lixo, tem plástico, muitos albatrozes mortos. É horrível". 
Para mostrar a tragédia que acontece no local, Morgan tem uma ideia. Durante uma hora, ela caminha recolhendo apenas objetos achados dentro dos corpos das aves, corpos apodrecidos e abertos na areia. Ela pega só peças de plástico reconhecíveis. Coisas que ela possa dizer o que são. 
"Esses anzóis, a gente até espera encontrar. Mas o resto é assustador", ela diz. 
Dezenas de isqueiros, bolas de golfe, bolinhas de desodorante. Um monte de brinquedos. Bastões de cola escolar. Uma infinidade de escovas de dentes. 

Um cartucho de impressora. Morgan comenta: "Isso aqui tem mais ou menos a largura do pescoço de um albatroz. Imagine a dor de engolir esse treco". 
Nenhuma dessas coisas foi parar no local levada pelo mar, ou pelo homem. Elas chegaram dentro de um albatroz. 








"Fomos nós que fizemos isso. Nós todos fizemos isso contra essas aves. É horrível!", diz a moça.
"Se ao menos esses pássaros estiverem dando suas vidas para mostrar pra gente o que estamos fazendo com o mar", é o pensamento da jovem mergulhadora. Poderia ser o de todos nós.
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Pois é Turminha...está na hora de fazermos alguma coisa para mudar isso, não acham?

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